Thursday, June 17, 2004

hooray!

Cah estou, resistindo bravamente aa tristeza de escrever sem meus amados acentos. Aqui nao rola, pelo menos nao neste computador.

Estou em Londres!

Tive sorte nesses primeiros dias. Os dias estao lindos e eu cheguei a me queimar ontem, depois e um dia inteiro batendo perna. A viagem foi chata, estranha, ruim, quase desesperadora. Nao vou mentir. Soh consegui relaxar apos tres gotinhas de Rivotril. E apos um papo cabeca com um xama siberiano que sentou do meu lado e falou varias coisas legais sobre o meu futuro que me deixaram felizes da vida, mesmo eu nao acreditando muito nessas coisas.

Bom, jah conheci uma parte daqueles lugares must-go de Londres. Fiz algumas das must-do. Claro que ainda falta um monte, mas mesmo assim tirei o dia de hoje para bundar. Acordei meio-dia, fui com meu primo, Roland, atras de um chip de celular. Jah estou diretamente comunicavel! Resolvi o perrengue dos adaptadores. Na verdade, resolveram para mim. Owen tinha um sobrendo e Roland tinha um cabo que posso plugar no meu notebook. Estou quase serelepe.

Ontem fui pela primeira vez a um pub, com dois amigos, um brasileiro e um mexicano maluquissimo que soh conheci mesmo ontem. Antes disso, me perdi sozinha pela cidade. Deliciosamente. Nada como se perder e descobrir que depois voce se acha. Marquei com meu amigo em frente aa estatua de Sherlock Holmes, em Baker Street. E nada de achar a estatua maldita. Depois de zanzar e perguntar, achei. Fui primeiro a um pub onde havia concentracao de portugueses para ver o jogo de Portugal e Russia na Eurocopa. Mas nao ficamos ateh o fim pq jah tinham fechado a cozinha (isso era tipo 20h). Ok.

Fomos entao a um pub americano (???) chamado Henry P. Beans (???) e estava delicioso. E aih cheguei em casa aas 23h, destruida.

Daqui a pouco vou com dois amigos brasileiros a outro pub, provavelmente. Mas o ponto alto do dia foi, sem duvida, meu celular. Estou toda feliz. Aos poucos estou conseguindo fazer coisas que me deixem mais confortavel. Fundamental. Nao dah para escrever mais agora. E desculpem a falta de poesia. Isso foi quase um relato jornalistico.

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