Sunday, December 12, 2010

my kitty

Acabei nao mencionando aqui, mas meu post purr, purr, purr meio que dava a entender. Meu gatinho Juju morreu. Ele tinha apenas 1 ano e 1 mes de idade. Uma doenca horrorosa, Peritonite Infecciosa Felina, super mortal, super contagiosa, uma daquelas doencas escrtotas que me faz duvidar da existencia de deus.

E ele se foi. Ja nao andava, nao comia, nao ia sozinho no banheiro. Apenas miava fininho, era uma navalha no meu pescoco. E resolvemos tira-lo dessa dor. Ja que nao a morte era inevitavel, uma questao de dias segundo a veterinaria, resolvemos manda-lo para um lugar melhor. Seja onde for, sabemos que a dor acabou, e com ela a navalha na minha garganta. Apenas o coracao eh que parece ter se condensado ao tamanho de um briquete. Eu nao sabia que coracao conseguia ficar tao pequeno a ponto de ser possivel perde-lo dentro do meu corpo.

E os dias passaram, e fui chorando menos a cada dia, ateh que hoje, choro apenas quando lembro demais, quando vejo algumas de suas mais especiais fotos, quando vejo sua irmazinha, Maya, miando desesperadamente por companhia. O tempo ha de curar a todos, mas aquele serzinho vai continuar vivendo e ronronando dentro de mim. Sorte a minha.

Tuesday, November 30, 2010

achei

Mas não vou postar. Meus pais lêem essa joça. Culpem eles!

Monday, November 29, 2010

o efeito Rio

Mas olha, já fazia 8 anos que eu não punha os pés naquela terra e, impressionante, nada muda. As mesmas sensações, os mesmos calores (pouco meteorológicos, diga-se), a mesma estupefação diante daquela cidade.

Jamais moraria no Rio. Por causa do calor, da violência e da malandragem, não nessa ordem. E, principalmente, porque simplesmente não ia prestar. É sensual demais para mim; chega a incomodar. Me comporto de forma estranha, sei lá, é algo naquela brisa dionísica. É algo na malemolência interna, no conforto das sombras, nas cores de Tarsila.

Escrevi sobre o Rio muitos anos atrás em algum lugar, e publiquei, mas não acho mais. Vai ver não é para ser achado. E chega de revirar.

(Pois é, um post do Rio que não fala da recente onda de violência na cidade. Incrível, não? Mas simplesmente não foi a minha experiência, embora estivesse lá na hora mais complicada.)

Thursday, November 18, 2010

purr purr purr

Algumas dedilhadas nas notas mais agudas de um piano ja me fazem chorar. Qualquer apelo desses, que se aproximem de um miado. Onde estao aqueles olhinhos lindos e assustados? Aquela necessidade absurda de ganhar carinho? Aquele brilho hipnotizador?

Me sinto a mae mais relapsa do mundo. Ja se foram suas 6 vidas e eu nem vi passar. Agora a setima parece estar chegando ao fim. Mal posso acreditar. E mal posso acreditar que havia tanto amor dentro de mim para um serzinho tao indiferente ao mundo. Amor eh assim mesmo, incondicional. E acredito muito no ultimo abraco que ele me deu. Eh a ele que me apegarei quando a saudade apertar.

Que o restinho do que falta de voce receba o meu amor e que este te preencha por completo, para que mais nada em voce cause dor, ateh que nada mais cause.

Tuesday, November 02, 2010

Julio

Olha, ateh pensei em montar um blog soh de gatos, tamanha minha obsessao em entender o que tem meu amor. O Juju estah ha duas semanas muito esquisito. Vomitou duas vezes, teve febre duas vezes, estah letargico, quando a Maya tenta brincar com ele ele da uma patada na cara dela, se isola (passa horas debaixo da cama, ai meu coracao), tem tido uns espasminhos pela espinha tambem. Come pouco, bebe quase nada.

O problema eh que hemograma, urina, raio x e ultrassom nao indicam NA-DA.

Alguem me ajuda?

Assinado, mae desesperada.

Friday, October 22, 2010

terno e tenis

A maldita bola na garganta voltou. Alguems abe o que eh? Um noh realmente fisico na garganta, mal acho posicao pra dormir e se olho para baixo, sufoco. Se engulo, lembro.

Alguem sabe?

E enquanto isso, apesar de continuar trabalhando longas horas, estou mais calma. Bem mais calma. O tratamento de cancer de minha mae terminou, agora soh falta ela voltar a ficar de peh, o cabelinho crescer, a fome voltar, o sorriso rasgar. Tudo uma questao de tempo, e de mais alguns exames, para voltarmos aa tranquilidade de 7 meses atras.

Eu e ma'boy calculamos que ateh o final deste ano pagamos nossa divida do apartamento. Ai eh hora de pensar em trocar de carro, ajeitar algumas coisa aqui e acolah na casa, e pensar em otras cositas mas.

2010 foi o ano dos fios de cabelo brancos. Foi bem ruim nesse sentido, mas nao foi um ano ruim at all. Alias, vai acabar muito bem, tudo indica.

O terninho continua para la e para ca, mas nao vou deixar de usar tenis, that's for sure.

Tuesday, August 31, 2010

de novo?

Fico me perguntando se seria a hora de começar um novo blog. Esse aqui já tem gente demais lendo. Gente que eu não queria que estivesse, na verdade. Acabo fazendo aquilo que sempre abominei nesta blogosfera - a autocensura. E cá estou, escolhendo palavras para não chocar, pensando no outro em vez de pensar em mim, como deveria.

Mas não sei. Começar outro blog? Mesmo? Acho que agora não. Não tenho tempo para isso e sei que se for fazer um blog novo, vou me empolgar, e não estou podendo me empolgar com nada além de trabalho hoje em dia. A frase triste da minha vida, mas é verdade. Aqueles meus leitores de priscas eras mal podem acreditar, eu sei. Mas não tenho culpa. por ora, abracei o terninho. Por ora, sou mais eu em meio a planilhas. Por ora, mas sabe-se por quanto tempo mais, uso termos como "alinhar", "ROI", "alavancar" e "target" com uma frequência bem superior ao boçal mediano. Oh well, que se há de fazer? Sei que vou voltar, porque nunca deixei de ser aquela outra que vocês conhecem. Mas por enquanto vou ter que ser menos.

Vocês me perdoam? Vocês ainda estão aí?

Sunday, August 01, 2010

take a left

Queria confessar para voces que ando um pouco perdida, angustiada. Nada novo, certo? Certo. Mas a verdade eh que ando assim e sinto que nao tenho muito com quem falar sobre isso. Porque nao eh algo - pela primeira vez na historia - que eu consiga por em palavras. Eu sei que tem um monte de gente out there for me, mas nao eh essa a questao. Eh pessoal, eh interna, eh problema de umbigo. Ou talvez uma dessas angustias passageiras que vira e mexe vem me visitar. Como se eu fosse o principal ponto turistico das angustias. A Paris das aflicoes.

De resto, tudo mudando muito. Muitas espinhas no meu rosto, muito trabalho nas minhas costas mas, impressionantemente, poucas vezes estive tao completa. Me sinto valorizada como mulher, com um homem maravilhoso do lado. Me sinto valorizada como profissional, ocupando um cargo estrategico na empresa em que trabalho e sentindo genuinamente que o estou fazendo bem. So, what's wrong? Nada estah errado. Estah tudo exatamente igual. Eu, reclamando de barriga cheia. Eu, pensando como seria se vivesse outra vida, se tivesse entrado em outra curva, se resolvesse agora dar uma guinada total. E isso nao vai acontecer porque por mais que as infinitas hipoteses me atraiam, eu estou feliz com a hipotese que prevaleceu. E se uma hora eu deixar de estar, voces sabem, partirei mais uma vez de mochila nas costas, aa espreita da proxima curva que, por mais que imperfeita, seja a certa.

Sunday, June 27, 2010

yet again

Ando meio na dúvida se estou com calor ou com frio. Com a persian a baixada, fica difícil entender se a janela está aberta ou fechada. Se me tirassem a visão, tirariam tudo de mim. para mim é difícil, muito difícil apenas sentir. Por isso é difícil ficar parada, nua, sem fazer nada, sem nada para ver. Por isso a maldita da TV ligada com bem mais frequência do que merece. Esses barulhos e flashes me ajudam a esconder outras coisas, acreditem, bem mais desagradáveis que a narração do Galvão.

Por exemplo, esse fim de semana. Deitei há pouco na cama para ver se cochilava mas imagens não saiam da minha cabeça. Imagens ruins, imagens angustiantes, imagens que eu não sei de onde vieram, mesmo estando acordada. Então levantei e fui ver TV, um seriado qualquer que por 44 minutos me tirou o foco. E depois o programa acabou, e a angústia voltou, talvez mais forte, porque não são 6 da tarde de um domingo, mas 7 da noite de um domingo. E o fim de semana in-tei-ro se foi e, caralho, eu não fiz nada. Comi, trabalhei, dormi. Saí de casa duas vezes, ambas por menos de 2 horas. Não está certo. Ainda se não me incomodasse, vá lá, mas me incomoda. Chega essa hora do domingo e não sei mais se sinto calor ou frio. Perdi um pouco das cores das coisas. Descobri que meu lugar preferido é mesmo o sofá com meus gatos no colo, mas isso também me entristece. Preciso sair, preciso me apaixonar. Não tenho feito esportes - cancelei a natação porque, saindo tarde do trabalho todo dia, eu já nem ia mais. Minha vida tem se resumido a trabalho e cama. Quando sobra um tempinho, televisão.

Argh. Preciso sair. E não é só para dar uma volta. Preciso sair e criar algo novo. Já entendi que funciono assim, que fico extremamente desconfortável em me acomodar. Não se passa um ano de minha vida sem que eu me surpreenda com como era minha vida um ano antes e como as coisas mudaram. Pois bem, pois bem, é hora de me reinventar. Não sei bem como e nem por quê, mas preciso de gás, e não é voltando nas mesmas fontes que mato minha sede. Preciso de algo novo. E barato, de preferência.

Oh well, estou eu reclamando e semana que vem, nesse horário, estarei voando para NY.

Vai ver é uma dessas angústias pré-viagem. Quando eu era criança, achava aeroporto a coisa mais legal do mundo e queria trabalhar em um. Aí, quando fui para Londres, vi quão triste pode ser um aeroporto. E nunca mais apaguei essa imagem da memória.

Vou-me, yet again.

Monday, June 21, 2010

Soh um paragrafo de Tati Bernardi e ja me inspiro a escrever qualquer coisa aqui. Domingo a noite, entao, perfeito para uma melancolia inspiradora. Onde foi que eu escondi a inspiracao que antes me levantava e me adormecia?

Faz tanto tempo que nao escrevo aqui. Ai resolvo escrever e eis que o compudaro resolve apagar tudo. Eh um sinal? Meu tempo de blogosfera ja deu?

Estou com raiva e me vou.

Preciso de mais tempo para ela - foi a frase que restou do que ia postar. E quem disse que me lembro sobre o que era?

Monday, April 26, 2010

a simple girl

E à medida que o tempo passa eu me surpreendo com a falta que faz não ter o que fazer. Foram-se os dias de olhar pela janela, e com eles a inspiração que muitos viram nascer e morrer em cada texto aqui. Muitas vezes acompanhado de lágrimas que vocês, longe, muito longe, nem podiam imaginar - e justamente por isso eu deixava as lágrimas cairem.

O problema é que se não estou metida em afazeres complexo, estou sem fazer nada em uma cabeça cheia de pensamentos complexos. Desnecessariamente complexos.

Tenho que agradecer tudo o que me ensinou a pensar. Mas também tenho que xingar. Não fosse esse tudo, eu seria um ser capaz de meditar. Não sou. E não me venham dizer que é questão de treino. Porque eu não sei e nunca saberei o significado de qualquer treino para ser menos.

Off I go. Depois de novo país, novo emprego, nova casa, novos gatos e novamente novo emprego, estou encarando outros novos que estão no horizonte. Talvez longe do meu alcance, mas não longe de vista, que é o que importa. Sabendo para onde navegar, tudo fica mais fácil.

E ao mesmo tempo em que tudo é novo, são partes de um ciclo que tema em voltar.

Estou feliz. Não pensem que não. Eu só queria que a felicidade fosse um pouco mais simples e menos suscetível a repentes de angústia.

Yes, I can. All I have to do is be a simple kinda girl.

Monday, April 05, 2010

novos ares

Minha intenção era escrever bem mais que uma vez por mês, mas anda complicado. Mudei de emprego. Na verdade, amanhã será meu segundo dia. Continuo bem apreensiva pois migrei para a concorrência. Claro que o cargo e o salário são bem melhores. Agora terei pelo menos 3 pessoas trabalhando para mim. Um desafio que almejava mas sabia que, onde estava, não viria tão cedo...

E aí recebi a proposta de uma diretora que saiu da empresa em que eu trabalhava e foi para esta outra. Além da questão financeira e da subida na carreira, o trabalho fica walking distance de casa e no mesmo quarteirão em que trabalha meu patinho. Não poderia ser melhor. quase um milagre em se tratando de São Paulo.

Muitas mudanças mesmo. Além disso, estou voltando a nadar esta semana. Agora é oficial. Está tudo pago e registrado. Também comprei uma bike e com ela pretendo ir à natação, que fica em Moema. Voltarei a treinar na 4Fit, com o mesmo técnico que me fazia suar mais de 5 anos atrás, mas ainda é cedo para me meter nessas de travessia. Tem que ser natural, e tem que ser com vontade. Por enquanto, só quero saber de dar minhas atravessadas na piscina mesmo.

Como vêem, resolvi dar um up em minha vida em vários sentidos. Trabalhar perto de casa me dá um pouco mais de tempo. Na verdade me dará mais de 1h por dia segundo meus cálculos. Aí vem a questão de que vou começar a me mexer mais, e voltar a fazer outras coisas de que gosto, e a vida está ficando mais brasileira mesmo, exato 1 ano após minha chegada em solo tupiniquim.

And yet, estou ainda tristonha de ter deixado algumas amigas especiais em meu antigo trabalho. Gabi e Tati passaram a fazer parte da minha vida de uma forma que achei que não fosse possível mais. Achei que amizades profundas assim a gente tem até os 22 e depois disso são só amizades de conveniência. Estava redondamente enganada. Elas fazem uma falta absurda no meu cotidiano, e não faz nem uma semana que saí daquele escritório.

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Sobre mamãe, ela está ótima. Ainda fazendo baterias de exames para ver se está tudo no passado, e logo mais deve começar uma quimioterapia. Chatinho, sim, mas há que se encarar e depois pronto, acabou-se. Ela vai tirar de letra, tenho certeza. Obrigada a todos pelos pensamentos positivos que, tenho certeza, ajudaram e estão ajudando.

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Meus gatos andam mais fofos do que nunca. Maya continua delicada yet bagaceira. Julio, um lorde inglês mas por vezes encarna atletas de salto em altura quando quer fisgar seu ratinho de pelúcia. Morro de fofura desses dois e tenho ímpetos de metê-los em minha bolsa antes de ir para o trabalho.

Vê-se:












To sweeten up your Monday...

Sunday, March 07, 2010

still here

Acho que não tem um dia que passa sem que eu me lembre deste blog e na pena que dá vê-lo tão pouco atualizado enquanto há tanto, tanto a dizer.

Os mais próximos já sabem, os que me seguem nos twitters e facebooks da vida, também. Minha mãe teve um câncer retirado do intestino na semana passada. Um susto do caralho, mas já apaziguado pelo resultado da tomografia: nada de metástase. Na quarta-feira ela foi operada para a remoção do tumor que media já 6cm. Amanhã teremos o resultado anátimo-patológico e saberemos se ela precisará de tratamento pós-cirurgia, meaning quimio ou radioterapia. A torcida, claro, é para que não precise, mas que se vier, que matemos no peito e marquemos logo um gol. Mesmo porque, sem metástase o tratamento é a pior opção possível. E convenhamos que é uma pior opção maravilhosa perto do que pode ser um câncer.

Mas enfim, o mal já passou, está longe da minha mãe e em breve retornaremos à programação normal.

Enquanto isso sigo. Trabalhando cuidando do apê cuidando dos gatos amando meu gato-mor procurando os amigos e tentando não me enfiar nos convenientes casulos escrevendo pouco reclamando muito. Viu? Nada mudou.


Eu hoje - nada mudou.


Monday, February 01, 2010

quero colo

Apesar de ser agora uma provedora oficial de colo a dois amados gatos, a Maya e o Julio, estou eu precisando de colo para tomar grandes decisões.

Além disso, for wht it's worth, preciso de dinheiro também. Mais que de colo. Aliás, dinheiro é uma espécie racional de colo. É um aconchego financeiro, cafuné de bolso. Eu preciso, e você?

Thursday, January 07, 2010

o que falta

Ano novo, vida velha. Êeee, mais uma virada em que nada muda, a não ser o número de cheques rasgados.

Tá ok, estou sendo cínica demais, talvez. Mas sério, odeio essa expectativa toda que se põe num ano novo. Era 2009, agora é 2010 e pronto, apenas amanheceu mais uma vez após a noite, e apenas uma noite vai suceder mais um dia and so on and so forth. Mas neguinho insiste em fazer balanços e promessas que não duram um mês, quanto mais um ano. Balanço é para o ser mais chato do universo: o contador.

O que foi bom foi sair dessa roleta assassina que é a rotina. Férias nas praias com amigos de longe que, se por um lado foram fantásticas (apesar das 12h no trânsito de volta) também me deixaram melancólica em relação a várias coisas. Ao trabalho, ao que espero de mais um ano (maldita expectativa, já estava na hora de eu aprender a let it go), e ao fato de eu ainda não estar decidida se estou feliz morando em São Paulo, embora eu esteja fazendo todos os esforços possíveis para aqui fincar meu pé.

Ou talvez seja tudo por causa do aumento da dosagem do meu remédio de cérebro.

Ou talvez não.

Pode ser meramente lucidez. A verdade, eu bem sei, é que preciso achar um centro em mim, e não nos outros, ou nos lugares, ou nas coisas, ou nas datas especiais. E no entanto todas as contingências me chacoalham tal qual um tuk-tuk desgovernado. E o meu centro vai parar novamente em algum lugar fora de mim, muitas vezes longe do meu alcance.

Ah, que saco, ser eu. Que saco ter que digitar de olhos fechados para tentar ver o que tem dentro de cada palavra. Que saco dormir e acordar a mesma, cada dia uma, cada dia uma angústia.

O nome do post é o nome que dei à planilha em que fiz a lista do que falta comprar para a casa nova. Mal sabendo que o que falta mesmo não se compra, e nem tem a ver com a casa nova. Falta uma rede de balanço para meu estômago. Faltam almofadas ao redor do meu coração. Um ventilador para meu cérebro e um chuveiro para minha alma suja.

Enfim, é isso. Segunda-feira completo 30 anos. Parabéns para mim.

E muitas felicidades também.

(Mas talvez seja tudo por causa do aumento da dosagem do meu remédio de cérebro. )
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(Mas talvez não.)