Tuesday, June 27, 2006

esmos

Acho que estou desenvolvendo uma linguagem propria. Nao eh ingles, nem portugues, e nem deriva de nenhuma dessas. Eh estranho. Sou estranha.

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Estou em processo de ser convidada a assistir uma rodada de RPG. Meda e panica, horrora e desespera. Eu vou. Watch this space.

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Muita coisa acontecendo. Ultimos dias de Brooninha em casa, poucos dias para babai chegar. Poucos, tambem, para minha amada Piu. Poucos dias, sempre, para tudo mudar. Se fossem dias demais, nem sentiria que seriam mudancas. Entao nao reclamo. Eu gosto de reciclar. Reciclar sem perder a docura, claro.

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Estou tentando guardar cada uma das frases fantasticas que leio em Abismos do Coracao, mas acho que eu teria que decorar o livro.

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Cheguei no trabalho as 8am e vou pular o almoco. Espero que o sacrificio valha a pena, hein, Brasilzao?!

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Se eu pudesse, me teletransportaria. Ficaria ali no canto mais importante da plateia, em algum lugar em que, de relance ela pudesse me ver sem se assustar. Eu ficaria quieta quando fosse hora de ficar quieta, e riria quando fosse para rir, e todos ririam comigo, e daria tudo certo. Meu aplauso seria o mais alto (maos vermelhas das pancadas), e seus olhos, os mais brilhantes. Um sorriso que nao cabe em um soh rosto. Extravaza pelos olhos, pinica o nariz. Se eu pudesse me teletransportar, acho que invadiria o palco alucinada de amor e orgulho. Ela eh minha, ouviram? Soh minha. Mas voces tambem podem assisti-la. No final, eu vou ficar com o melhor mesmo.

Te amo, minha pequena grande atriz, e um dia nao precisarei me teletransportar para te ver no palco.

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