Fim de semana mais uma vez bom. Sexta fizemos surpresa pra Flá no restaurante em que ela está trabalhando. Na verdade não foi bem surpresa porque ela viu meu nome na lista de reservas e, convenhamos, não há muitas Beatrizes por aqui. E a mesa que era para três virou seis. E a noite voi deveras aprazível.
Sábado fui fazer programa de turista com o Rafa, amigo da Flá que mora em Berlim e veio com a namorada conhecer Londres. Os dois são uns doces, divertidíssimos mesmo. Também encontrei com um amigo inglês que mora fora de Londres mas veio passar o dia na capitar. Um sol delicioso, apesar do frio.
O resto do fim de semana vocês já sabem, foi todo indoors. Com as dores e delícias de se estar indoors. Mas mais delícias que dores. Bem mais. É.
Ontem tinha tudo pra não ser nada, mas foi muito bom.
E descobri que gosto de comida da Eritréia, e não é só porque se come com a mão.
De qualquer forma, o inverno precisa acabar.
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Amanhã vou ver o jogo de Brasil vs. Portugal no Emirates Stadium. Vai ser uma grande partida. É um amistoso. Está sold out. Sim, uma grande partida, um grande desafio (esse da multidão contra mim, que fique claro).
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Minhas unhas demoram tanto para crescer e tão pouco para serem destroçadas. Pelo menos eu destroço bonitinho.
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Eu disse que escreveria um post direcionado, como nunca faço. Ou raras vezes. Muitas vezes não escrevo nada com nada porque as palavras saem meio psicografadas, uma verborragia que pode ser uma bobagem sem tamanho, mas que no final das contas, por alguma razão, faz sentido para quem lê. Acho que por isso que este blog tem a audiência que tem. Other than that eu realmente não entendo.
Mas eu disse que, por mais que parecesse, os posts anteriores não foram dirigidos a ninguém em específico. Juro que não foram. Algumas pessoas querem ler nas entrelinhas quando o que há nas entrelinhas são apenas espaços em branco, ou então algo que nem eu enxergo.
Mas desta vez, não. Este último pedacinho de post é dedicado a alguém que nos últimos três meses (e um teco) só me fez bem. And no more needs to be said. Mesmo eu tendo milhares de palavras entupindo a porta de emergência. Eu gosto assim.
Mesmo porque se eu deixasse realmente, *realmente* fluir, aí sim seria tido como louca.
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