Está tudo girando, e eu nem bebi. Eu nem bebo, e eu nem me droguei. O fim de semana foi bom, muito bom. Mais uma vez. Já estou ficando sem graça, eu sei, mas foi bom e sem razão específica. Talvez, mais uma vez, pela companhia.
E sempre foi assim, quem me acompanha sabe: a graça do meu blog é inversamente proporcional à graça da minha vida. Pelo menos tem sempre algo bom em meio à desgraça.
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É canaval, é a doce ilusão. Aqui tivemos uma festa muito boa no sábado. A fantasia. Fui de taxi. Não, não, fui de busão à festa, mas minha fantasia era de taxi. Ó:
fotos by Peds
Foi legal. Todo mundo me parava pra cantar a musica da Angélica. E é isso. Fim de carnaval.
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A história é a seguinte: lá pelos tortuosos idos de 2002 resolvi que iria escrever letras de música, mesmo não entendendo porcaria alguma de como se faz melodias. Escrevia poesias que conseguia imaginar sendo cantadas. Só. E aí, cinco anos depois, aconteceu. Uma das músicas foi parar na boca de uma cantora que participou do Ídolos aí no Brasil. E está no novo CD dela. Mas não vou explicar mais porque tenho vergonha. E para quem pergunta sobre royalties eu digo e, se necessário for, repito: não sei, e não sei se tô a fim de ir atrás para saber.
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Tem um lado meu que está muito bem preenchido no momento. Talvez seja por isso, meus queridos, que não esteja tanto aí, com vocês. Mas vou voltar. Quero que saibam que estou feliz, e que é uma felicidade independente. Não entendam mal, eu jamais esqueceria vocês. Jamais. Eu apenas estou bem o suficiente para não precisar de colo. Amanhã, como vocês já sabem, tudo pode mudar. E eu sei direitinho quem estará lá, pronto para me receber. E quem não.
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A história é a seguinte: lá pelos tortuosos idos de 2002 resolvi que iria escrever letras de música, mesmo não entendendo porcaria alguma de como se faz melodias. Escrevia poesias que conseguia imaginar sendo cantadas. Só. E aí, cinco anos depois, aconteceu. Uma das músicas foi parar na boca de uma cantora que participou do Ídolos aí no Brasil. E está no novo CD dela. Mas não vou explicar mais porque tenho vergonha. E para quem pergunta sobre royalties eu digo e, se necessário for, repito: não sei, e não sei se tô a fim de ir atrás para saber.
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Tem um lado meu que está muito bem preenchido no momento. Talvez seja por isso, meus queridos, que não esteja tanto aí, com vocês. Mas vou voltar. Quero que saibam que estou feliz, e que é uma felicidade independente. Não entendam mal, eu jamais esqueceria vocês. Jamais. Eu apenas estou bem o suficiente para não precisar de colo. Amanhã, como vocês já sabem, tudo pode mudar. E eu sei direitinho quem estará lá, pronto para me receber. E quem não.
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