Este post foi escrito anteontem, mas só hoje o UOL abriu a porta da esperança e havia alguém do outro lado da linha. Segue, pois:
Faltam quatro dias. Malas prontas. Graças à fofa da Cá, que veio aqui me ajudar, consegui empacotar quase tudo hoje. Mais uma despedida doída, com receio de chorar dos dois lados. "Vou logo para não abrir o berreiro". Eu deixei, claro. Amo muito essa garota. Quem duvidar vem aqui em casa e dá uma olhada no meu mural. Vivi absurdos com ela.
Daqui a pouco estou saindo para a despedida da despedida do pessoal das maratonas. Ontem foi a despedida da piscina. Meut reinador me deixou criar a série principal. Mais um abraço apertado em pessoas queridas, mais uma garganta travada. Dessa vez mal segurei.
Almocei na casa de babái, onde me despedi da Soninha e enxuguei as primeiras lagriminhas de Piu.
Ontem, foi a vez do Julinho. Fomos almoçar no América e eu me diverti ouvindo suas histórias e o vendo babar todo o sanduíche, ele sempre faz isso. E garante que é sexy. Vou sentir falta, muita falta. Foi difícil dizer tchau e, como ele, fiquei com a garganta embolada. Estarei em Londres esperando o CD, pequeno.
Mais tarde, ou amanhã, vou passar na cada da Bathatha. A mãe fofésima dela, dona Mimi, fez um cachecol lindo e quente e afofável para mim. Vai ser mais um tchau.
Ainda falta fechar a conta no Banco Real amanhã. Ainda falta mudar o plano no UOL. Ainda falta ligar pro dê-vogado e ver se está tudo bem meeeeesmo. Ainda falta me despedir de mutia gente. Às vezes desconfio de que não conseguirei. Mas às vezes desconfio errado.
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