Monday, December 24, 2007

"trabalhando" no natal

O que mais há para se fazer quando se tem que trabalhar no dia 24 de dezembro? Escrever no blog, claro. E fazer besteira.. O plano do dia é fazer uma coisinha ou outra e depois roubar o aquecedor portátil que não é usado para levar para o pé da minha cama, onde será acolhido com amor por quatro gélidos pés. Sim, roubarei temporariamente. Devolverei no final do inverno. É pequeno para caber numa sacolinha do Sainsbury’s, e vai fazer toda diferença e felicidade de um lar já feliz.

Então é natal. Eu e Byrifoy (esse apelido, de tantos novos que surgiram, já virou um clássico demodê, mas criei a tradição aqui, então assim permanecerá) vamos passar o natal da casa da Dri Pinheiro, uma fofa que mora longe, bem longe. Conosco, uma cambada de brasileiros.

Aaaanyway, falo do natal quando ele acontecer.

Vou falar da Madeira. Foi fantástico. Mesmo. Uma das melhores férias que já tive, senão A melhor. E essa foi minha terceira vez na Madeira. Acho que a companhia influenciou um pouco, hehe. Byrifoy e eu ficamos no Cliff Bay, um hotel sem palavras. Fomos tratados como reis, ficamos na melhor suíte e fomos sujeitos a todas as regalias possíveis e imagináveis. Tínhamos TV de tela plana no quarto. Tínhamos uma cama de casal do tamanho de duas camas de casais. Tínhamos uma varanda que praticamente nos jogava no mar. Tínhamos chuveiro e banheira. Tínhamos vinho de graça (só para constar; o vinho nem foi aberto). O café-da-manhã era um desbunde. Comi french toast todos os dias. Tínhamos duas piscinas para escolher, e mais uma jacuzzi. Tínhamos serviço de quarto duas vezes ao dia. Enfim. Não vou listar mais pormenores senão isso vai parecer meus diários de bordo de quando eu tinha 10 anos e colava uma amostra do papel higiênico do hotel na página. É sério. Easily amused, I was.

E a Madeira. Porra, não preciso falar muito. Quem foi sabe que as fotos do post abaixo não fazem jus ao lugar. Madeira é encantada em tantos aspectos que chega a ser uma sacanagem com o resto do mundo. O clima é perfeito. Tem praia, tem montanha, tem mato, tem cidade. Tudo ao alcance de todos. Povo simples e feliz. Simpático. Comida estupenda. Brisa Maracujá. Byrifoy e eu não acreditávamos que cada dia chegava ao fim sendo mais um dia perfeito. Também fizemos um curso de mergulho. Somos mergulhadores certificados PADI e já estamos atrás de parceiros de viagem para se perder em mares muito d’antes navegados, por favor, porque somos principiantes.

A primeira sugestão amiga foi Egito, da Bea Preguiça. Eu tô dentro. Em algum momento do ano que vem.

Por ora é isso. Vou trabalhar por pelo menos uma horinha. E olhe lá – posso ser bem mal-criada já que não vou ganhar presente de natal anyway.

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