Thursday, March 08, 2007

deschoro

Vou nadar hoje. Preciso. Estou me sentindo um balão. Hoje teve almoço com o pessoal de telesales. Eles atingiram a meta deles e nós participamos da bonança também, embora o vendaval não tenha despencado sobre nossa cabeça.

De qualquer forma, merecemos, sim. Nós montamos as campanhas deles muitas vezes. Um papo longo e chato. Esquece.

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Ontem conversando com Byrifoy tentei lembrar a última vez que chorei. Não foi fácil lembrar. A última que lembro foi num filme, mas isso não vale. Digo choro de verdade, choro com a minha vida, choro pelas minhas causas.

Acho que dei uma derramadinha quando saí do Brasil, no aeroporto mesmo, ao me despedir da família. Depois de me despedir, na verdade. Mas nada alagável.

Antes disso, lembro de ter chorado no natal também, com minha Piu. Mas contando apenas este ano, tudo indica que teremos um ano de deliciosa estiagem.

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Eu entendo se muita gente realmente não entende meu mundo. Andando na rua com a Flá, inventei que um cachorro qualquer, amarrado a um poste do lado de casa, seria meu oráculo. Fiz uma pergunta capsciosa e ele respondeu o que eu mais temia e mais queria “ouvir”.

Aí, no dia seguinte, constatei que o cachorro estava errado, e eu, também, ao querer que ele estivesse certo.

Ufa.

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É engraçado como tem gente que nunca
Jamais
Admite que perdeu.
E apenas que perdeu. Que ninguém sacaneou.
Só a pessoa que
*Simples assim*
Perdeu.

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