Não esqueci, não. Aqui a listinha dos lidos de 2005. Eu queria ter lido mais, mas confesso que 2005 foi um ano sem tempo para o ócio ou para qualquer coisa que não fosse trabalho. Também foi um ano de ler muito jornal e pouco livro. Mas ainda assim, lá vai, com título, autor e meu comentário prepotente. Em negrito, os campeões:
1) Eternidade – Ferreira de Castro – Demorei para lembrar que livro era este. Só recomendo para quem não quero bem.
2) 1933 Was a Bad Year - John Fante - Em espetacular forma. Amo ele anyway.
3) Das Coisas Esquecidas Atrás da Estante - Clarah Averbuck - coisas que já tinha lido.
4) Morte no Paraíso - Alberto Dines - Livro do chefinho; sou parcialíssima para julgar…
5) Oracle Night - Paul Auster - Uma das melhores descobertas desse ano.
6) A Tapas e Pontapés – Diogo Mainardi – Passei a odiá-lo menos. Mas não deixei de odiá-lo.
7) On the Road – Jack Kerouac – Esperava mais. Mas acho que esperava demais.
8) Amestrando Orgasmos – Ruy Castro – nhé…
9) O Vendedor de Passados – José Eduardo Agualusa – Simples e bonito.
10) Vida de Gato – Clarah Averbuck – Ela já me emocionou mais.
11) Sonhos de Bunker Hill – John Fante – Amo ele. Lindo, lindo.
12) I am Charlotte Simmons - Tom Wolfe - Acho que o melhor desse ano.
13) Se Um Viajante Numa Noite de Inverno – Italo Calvino – Legal e difícil.
14) Memórias de Minhas Putas Tristes – G. García Márquez – Ele é outro amado...
15) Emma – Jane Austen – Esperei demais dela. Ainda não terminei o livro
16) As Intermitências da Morte – José Saramago – Parei na metade. Ele, que foi o melhor de 2004, conseguiu ser o pior de 2005, empatado com o primeiro do ano.
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