Mas olha, já fazia 8 anos que eu não punha os pés naquela terra e, impressionante, nada muda. As mesmas sensações, os mesmos calores (pouco meteorológicos, diga-se), a mesma estupefação diante daquela cidade.
Jamais moraria no Rio. Por causa do calor, da violência e da malandragem, não nessa ordem. E, principalmente, porque simplesmente não ia prestar. É sensual demais para mim; chega a incomodar. Me comporto de forma estranha, sei lá, é algo naquela brisa dionísica. É algo na malemolência interna, no conforto das sombras, nas cores de Tarsila.
Escrevi sobre o Rio muitos anos atrás em algum lugar, e publiquei, mas não acho mais. Vai ver não é para ser achado. E chega de revirar.
(Pois é, um post do Rio que não fala da recente onda de violência na cidade. Incrível, não? Mas simplesmente não foi a minha experiência, embora estivesse lá na hora mais complicada.)
2 comments:
Eu lembro desse post que você fez do Rio. Acho que foi no I,E. (sim, você tem uma seguidora - não, não sou psicopata). Mas eu gostava de te ler por lá.
Estou no Rio agora. Dionísio e Baco têm me acompanhado com freqüência.
Não tem jeito: só o fato de estar no Rio já muda toda uma índole arduamente construída. Tem jeito? Tem não.
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