Foi o que entendi da reunião de hoje à tarde. Tudo irá mudar, dizem os grandes aqui da empresa. A partir do ano que vem, tudo irá mudar. Todos os processos e todas as operações e todos os costumes e sistemas de medida de sucesso. Tudo ficará melhor e todos ganharão mais dinheiro. Todo esforço será recompensado e toda o suor bem aplicado.
Blah Blah Blah.
Eu não acredito em corporativismo, asim como não acredito em quase nada em que não se toca. Cheguei a duvidar do amor até, e entendi que só não o posso tocar porque ele acontece, quimicamente, na minha cabeça. Ele existe, mas não é tudo aquilo que as músicas piegas pregam. É bem mais palpável, controlável e mensurável. Mas não se mistura amor com corporativismo. Sacanagem com o amor.
Aí eu vejo a pessoa ao meu lado no trabalho falando sobre A Fazenda e o tema corporativismo fica estranhamente interessante.
Chega. Passei pra falar que o azedume não passou e que continuo desesperançosa com a raça humana e que se pudesse votava sim para o fim do mundo em 2012.
Amanhã hei de pegar a chave da casa nova e tudo há de ficar mais colorido. Hei de voltar a me divertir com a vida, acompanhada do homem mais perfeito do Brasil: o meu.
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