Wednesday, March 04, 2009

o melhor e o pior dos dias

28/2

Ultimo dia inteiro em Siam Reap. Gostamos muito de ter passado pelo Camboja. Povo amigavel (embora meio pushy com os turistas), Siam Reap eh bem bonita e conservada. Angkor Wat foi uma bencao mesmo porque, como patrimonio mundial da Unesco, recebe muito financiamento pra garantir que a cidade toda se conserve para turistas. O ingresso salgado de 20 dolares para Angkor Wat tambem eh compreensivel – trata-se da maior area religiosa do mundo. Para quem pensa em vir, recomendo que planeje a viagem la pra dezembro, quando eh mais fresco. Nos teriamos aproveitado bem mais se nao estivesse tao insuportavelmente quente.

Tirado Angkor Wat do caminho, nao havia muito mais para ver/fazer na cidade. Depois do cafeh da manha fomos para a piscina do hotel, que miraculosamente voltou a funcionar e estava com agua limpidissima e bem fresca.

Saimos quando a fome apertou e fomos almocar num restaurante chamado Angkor Palm, que ganhou varios premios de culinaria. Pedimos o prato da casa, que vinha numa cesta grande em que varios potinhos de folha de banana traziam gostosuras locais. Foi um espetaculo, especialmente o amok, peixe com agua de coco. A sobremesa tambem era tipica Khmer, e, levando batata, sagu e leite de coco, era estranhamente gostosa.

De la fomos tomar um cafe no Blue Pumpkin e acessar a internet. Queriamos checar alguns precos de passagem e desbloquear o cartao que meu banco, Natwest, gentilmente bloqueou embora eu tenha deixado claro que estaria viajando pela Asia e para pelamordedeus nao bloquearem. Tambem fomos ver o que estava acontecendo com nosso cartao conjunto do Post Office. Checamos o saldo e, la estava a resposta: apenas 9 dolares na conta, com quase um mes de viagem pela frente.

Ignorando o deficit, fomos ao mercado central onde comprei um vestidinho e uma bermuda, ja que a minha (que era um calca e a gente cortou aqui) estava ja com alguns furinhos na bunda e o Ale nao aguentava mais me ver vestindo ela. Ale comprou a blusa de algodao que ha muito almejava.

De la, ainda ignorando o rombo na conta, fomos tomar o derradeiro sorvete no Swensen's. Antes, paramos para ver a tendinha de um vendedor de livros na rua. Aqui estah cheio deles, vitimas das minas plantadas pelos americanos por todo o pais. Alguns nao tem bracos, outros nao tem pernas; alguns vendem coisas, alguns soh pedem dinheiro mesmo. Nenhum livro do vendedor interessava o Ale, mas eu tinha acabado de ler o livro dele, The Beach, e, todo doce, o Ale foi buscar o livro no hotel para dar pro vendedor por a venda em sua tendinha.

Voltamos pro hotel e relaxamos sob o ar condicionado, sempre uma otima opcao. Ale viu que ia passar um filme sobre o magico Harry Houdini e queria de qualquer jeito assistir. Mas tambem queriamos voltar no night market e comprar um conjuntinho de velas para nossa casa no Brasil. Resolvemos a situacao pagando 2 dolares para um tuk-tuk nos levar ateh o night market e de volta ao hotel. Tudo levou uns 15 minutos. Chegamos quando o filme estava comecando. Sem fome por causa do sorvete e do almoco caprichado, comemos algumas besteirinhas que tinhamos, bolachinha salgada com queijo, chocolate, amendoas. Acabou-se Camboja.

1/3

Tinhamos tempo, entao acordamos com calma, tomamos cafeh da manha com calma, arrumamos as malas com calma e fomos para o aeroporto, onde pudemos fazer tudo com calma.

Voo rapido e indolor, chegamos em Bangkok em tempo de pedir para mudar nossa passagem para Samui para um voo anterior, o que foi feito sem custos adicionais. Embarcamos duas horas antes do que teriamos embarcado com nosso ticket original. Aa parte um voo deveras turbulento e um pouso tenso, deu tudo certo ao chegar no paraiso.

Ficamos meio de mau humor porque tailandes acha que porque voce eh branco, voce tem que ter e dar muito dinheiro. Queriam cobrar a exorbitancia de 400 bhats (£8) para nos levar ateh a praia de nossa escolha, Buddha Beach. O que eh ridiculo, visto que podiamos fazer o percurso a peh nao fossem as malas pesadas.

Irritada, me recusei a pagar e comecamos a andar na direcao da nossa praia, quando veio um tailandes aafobado oferecendo a metade do preco, o mequetrefe. Aceitamos, finalmente.

A primeira impressao do hotel nao foi boa. Fizemos reserva no aeroporto mesmo e eu tinha achado o preco, 500 bhat por noite, muito bom. Mas as fotos eram misleading e nao ficamos na frente da praia, e sim numa extensao meio tosca do hotel do outro lado da rua. Nao era nada ruim, tinhamos nosso proprio bangalo, com varanda, de frente para o jardim. Eh soh que a perspectiva de poder ficar na frente do mar e nao estar era meio frustrante.

Enfim, somamos as trombas do hassle do taxi no aeroporto com a decepcao com nosso quarto, estavamos oficialmente emburrados em plena praia da Tailandia. Quem diria.

Tentamos resolver o problema como dois adultos que somos. Pusemos nossa roupa de praia e corremos para um tchibum. Ajudou, claro, mas a nossa praia em especial nao estava das mais bonitas. Eu poderia citar umas 50 praias brasileiras superiores aaquela. Mas, then again, eu estava mal humorada, e nesse estado tudo fica sempre pior do que realmente eh. Demos um passeio pela praia e depois voltamos para o hotel, para um mergulho na piscina. Ja estava escuro quando o bom humor dos dois voltou e fomos para o quarto tomar banho para sair.

Jantamos num restaurante bem baratinho e, passeando pela rua da praia, descobrimos que estavamos no coracao da luz vermelha de Samui. Em menos de 2km contamos 8 bares com tailandesas bem pouco vestidas, algumas dancando de calcinha e sutia em cima do bar, outras com roupas infimas fazendo poll dancing, tudo aberto, para qualquer um que passasse na rua ver. Muitas, inclusive, cumprimentaram efusivamente o Alexandre, ignorando por completo minha presenca. Eu achei graca, tamanha a minha perplexidade. Haja cara-de-pau, minha gente!

Voltando para o hotel, cercado por bares com luzes vermelhas e suas fieis meretrizes, achamos um bar tocando rock. Uma banda de tailandeses rock n' roll tocando, e bem, os classicos: Metallica, Ozzy, Oasis, Pearl Jam, Faith No More, The Doors, Nirvana, Chilli Peppers e outros. Ficamos bem mais tempo do que antecipamos, curtindo a musica e tentando abstrair os “casais” de velhos ocidentais com tailandesas adolescentes vindos diretamente do bar ao lado. Terminamos bem uma noite que nao tinha potencial para ser muita coisa e acabou sendo extremamente agradavel.

2/3

Pela primeira vez, desde que comecamos nossa viagem no dia 10 de janeiro, vimos chuva. Foi cedinho, forte e refrescante. Uma delicia. O cheiro maravilhoso de mato molhado de manha. Nao imaginei que sentiria tanta falta de chuva.

Mas nao foi com ela que acordei. O que ainda nao contei aqui eh que nosso hotel eh colado no aeroporto de Samui, de modo que quando pousa ou decola um aviao, ele passa tao, mas tao perto, que as paredes do quarto chegam a tremer e quase conseguimos ver os rostos nas janelinhas do aviao.

E que avioes sobrevoam nosso quarto tarde da noite, e que o primeiro voo eh as 7 da manha. E que cada vez que passa um aviao, tenho impetos de agarrar a mao do Ale, mas ele se desvencilha e sai correndo para a varanda para ver o aviao. Ele adora avioes, you see. Nao importa que estejamos com sono debilitado por causa do barulho. Ele adora e tenho certeza de que esse foi ateh um plus pra ele, considerando os pros e contras do hotel. Fico eu, jogada na cama, agarrando a fronha de medo e irritacao com os avioes. Coisas da vida a dois.

Devidamente despertos com a atividade aeroviaria de Samui, tomamos cafeh e alugamos uma motoca. Queriamos ir para o verdadeiro paraiso a que todos se referem quando falam de Samui. Paramos em Chaweng primeiro, conhecida por ser a praia mais bonita de Samui, mas a mais lotada e comercial tambem. Aqui ficam a maioria dos resorts, spas, restaurantes ocidentais, lojas. Tudo extrema e devidamente inflacionado para o turista europeu. Nao ficamos muito entusiasmados.

Subimos na motoca e seguimos para o sul, rumo a Lamai, praia seguinte que alguns dizem preferir a Chaweng. E aqui nos encontramos. Armamos acampamento numas cadeiras com guarda-sol que pertenciam a um restaurante bem bacana. O mar eh delicioso, como puderam ver nas fotos que postei antes. A agua limpa e azul turquesa estava quente sem estar desagradavel. A unica coisa eh que logo depois da areia fofa vinham umas pedras e era bem facil machucar o peh, como aconteceu com o Ale. Nada serio, soh um raspao de leve. Depois fomos nadar um pouco aa esquerda de onde estavamos e la eh bem mais agradavel. Nao ha pedras e o mar eh um pouco menos agitado. Ficamos curtindo as ondas juntos e morgando embaixo do guarda-sol por algumas horas.

Ai bateu a fome e resolvemos almocar naquele restaurante mesmo. Comida boa, vista perfeita, o dia estava sendo um dos melhores que tivemos ateh agora. Depois do almoco resolvemos pegar a moto e ir ateh a principal cachoeira da ilha. Quando estavamos a 500 metros de chegar la, subindo a montanha, a motoca comecou a fazer varios barulhos estranhos. Ale teve que parar na subida mesmo. Quase caimos os dois da moto, pois quando o Ale parou, comecamos a andar para tras: o freio nao funcionava direito. Um susto bonito, pessoal. Mas nada aconteceu. A cachoeira, no entanto, viraria lenda. Demos meia volta e seguimos ignorando os barulhos. Apos nos perdermos, achamos o Swensen's em Chaweng e tomamos um sorvete caprichado.

Voltamos para o hotel e caimos na piscina. Depois fomos tomar banho e saimos para jantar antes que o sono nos impedisse. Fomos num mercadinho de pescadores e jantamos onde jantam os locais. Bom e barato. Voltamos para o quarto para cuidar de algumas queimaduras: eu, no joelho; Ale, no peito. Esquecemos de passar protetor nesses pedacos.

3/3

Nao foi o melhor dia da viagem. Muito estresse, calor, panico. Mas ao mesmo tempo foi um dos melhores dias da viagem. Chegamos onde queriamos chegar desde que a viagem comecou.

Acordamos cedo com um aviao sobre nossas cabecas e as paredes tremendo. Como ja nao era mais novidade pro Ale, ele deixou eu agarrar a sua mao. Tomamos cafeh num lugar com internet, onde pudemos subir algumas fotos para o orkut e para o blog.

Dai deu a hora de pegar o barco. Iamos para Koh Pha-Ngan, onde o plano eh nao ter planos, ficar indefinidamente ateh cansar. O estresse comecou ainda no pier de onde o barco saia. Eu nao estava me sentindo muito bem. Ansiosa por razao nenhuma, essas coisas que me assolam. Estava um calor do cao, eu ja me derretia, o barco atrasou e uma excursao de uns 50 israelenses adolescentes gritava. Nao eh meu cenario ideal.

(Turistas isralenses, tenho descoberto nessa viagem, conseguem ser extremamente grossos e mal educados, imaginem entao em grupo e adolescentes.)

Enfim, entramos no barco e seguimos, num mar agitado, por mais de uma hora ateh chegar em Hat Rin, a principal praia de Koh Pha-Ngan, e onde acontece a full moon party - uma rave e antro de backpackers - toda lua cheia. Dai as hordas de adolescentes bronzeados. Ao chegarmos la, fomos atras de um barco para Hat Yuan, a praia a que sonhavamos chegar. Nao ha estrada para Hat Yuan, soh uma trilha a peh pelas montanhas ou barco. Como estavamos com as mochilas e o sol ainda estava forte, decidimos ir de barco. O problema – o cartel do boat taxi. Eles todos nao baixavam de 200 bhats por pessoa, um preco bem salgado, e ainda disseram que teriamos de esperar aparecerem mais pelo menos duas pessoas indo para as mesmas bandas, caso contrario teriamos de pagar extorsivos 400 bhats por pessoa num trajeto que nao leva mais de 20 minutos.

Estavamos naquele lugar lindo e fumegando de raiva. Nao soh teriamos de pagar caro por sermos branquelos, ainda teriamos de esperar indefinidamente ateh aparecer mais pelo menos duas pessoas interessadas no mesmo destino.

Enquanto debatiamos o que fazer, apareceram tres americanos indo para a praia ao lado da nossa, e isso definiu as coisas. Ainda puta da vida subi no barco e soh quando o vendo gostoso, junto com o spray do mar, comecou a bater na minha cara, comecei a amolecer e reconhecer que estavamos realmente num dos lugares mais bonitos do mundo.

O mar estava bem mexido. Nada que eu nao tivesse visto no Brasil, mas enfim, num pais diferente, num mar que voce nao conhece, sempre ha um pouco de apreensao.

Nos aproximamos da praia em que o barco ancoraria e, para meu desespero, era cheia de pedras, com uma entrada bem estreita para o barco aportar. Achei estranho mas imaginei que os tailandeses, cansados de percorrer as mesmas aguas, sabiam o que estavam fazendo.

Engano meu.

Eles aceleraram em direcao aa praia mas uma onda mudou a direcao do barco e acelerando, fomos de frente em um conjunto de rochas. A frente do barco empinou e sentiamos as pedras embaixo do casco. A pior parte era quando vinham as ondas. Estavamos de lado, paralelos aa praia. Cada onda que vinha ameacava virar o barco que estava atolado nas pedras. As malas comecaram a voar e por pouco a do Alexandre nao cai. Eu, que ja havia batido os dois joelhos com a trombada, comecei a gritar, metade em ingles e metade em portugues, que iriamos virar. Todo mundo foi para a direita fazer peso para o barco nao virar com as ondas. O cenario perfeito de como dar merda em pleno paraiso. Se o barco virasse, nao soh perderiamos nossos pertences mas eh possivel que nos machucassemos feio nas pedras, ja que as ondas estavam jogando muito. Sem contar que poderiamos ficar presos embaixo do barco e nao quero nem pensar muito, mas o pior passou pela minha cabeca.

Os americanos estavam ateh que tranquilos. Uma das meninas perguntou se os tailandeses queriam ajuda quando um deles se lancou em uma das pedras para desencalhar o barco. Acho que foi uma das vezes que mais passei medo na vida.

No final das contas, ganhei apenas joelhos ralados. Mas eu, que ja nao estava bem, fiquei ainda mais abalada. Tremendo, desci do barco. Percebendo meu estado, Ale me ajudou com as malas e me deu a mao para descer. Quando pisei em terra firme, desatei a chorar. Um choro desesperado e surtado mesmo, com solucos e espasmos. Nao foi um ataque de panico, mas um ataque nervoso mesmo. Nossa pior experiencia ateh agora, e bem onde? No lugar idilico de que tanto falamos e ansiamos.

Recomposta, vesti a mochila e comecamos a caminhada. Nossa praia era a seguinte, mas para chegar nela tinhamos que subir e descer um morro. E com uma mala de 15 quilos nas costas, de estomago vazio e sol forte da cachola, apos um ataque nervoso, nao eh a coisa mais gostosa. Chegamos no topo, eu estava ensopada e murmurei “que inferno!” Em seguida olhhei ao meu redor e percebi o absurdo da minha exclamacao. Eu estava era no paraiso, porra! Resolvemos parar ainda nas pedras, antes da descida, para almocar no Bamboo Hut. Esse era o lugar em que queriamos nos hospedar, mas estava lotado.

Eu estava morrendo de fome – ja eram 5 da tarde eu eu soh estava com um pao com queijo no estomago de cafe—da-manha. O Ale me deixou com uma agua de coco e foi atras de outro bangalo. Pedi comida, arroz com vegetais e camarao, e percebi, pela primeira vez, que estavamos num lugar indescritivelmente belo. Com um mar ainda mais limpido e deserto do que Samui, com muita gente tranquila e sorridente. Uma praia de nao mais 200 metros, com bangalos, coqueiros, enfim, soh tranquilidade. Ficamos no Barcelona, um lugar bem charmoso do outro lado da praia. Nosso quarto tem vista para o mar e duas redes. O banheiro nao tem agua quente e isso realmente nao importa. Do quarto para baixo, em menos de um minuto estamos com os pes na agua do mar.

Feito o check in, corremos para a praia. Uma delícia ainda maior que Chaweng. Não tem pedras e a água é cristalina (estou começando a ficar sem adjetivos para descrever a beleza da água dos mares daqui, but you get the full picture I hope. Depois do banho de mar, ficamos no quiosque do nosso bangalo conversando com outros hospedes. Tem uma canadense que mora aqui ha 3 anos e meio. Ela da aulas de ingles e mora num bangalo aqui na praia. Tambem conhecemos uma dinamarquesa que morou aqui dois anos e meio, ai engravidou do namorado tailandes, foi para a Dinamarca ter o bebe e agora estah passando um mes de ferias com o namorado e o bebe, coisa mais linda desse mundo.

Ja anoitecia quando fomos tomar banho. Jantamos pelo quiosque do Barcelona mesmo e depois fomos passear na praia. Paramos em alguns bangalos que tinha balancas, dessas que sao cordas presas em arvores, e voce da impulso como se fosse se jogar no mar. E a noite estava absurdamente estrelada, e a gente balancava e jogava a cabeca pro alto, olhando toda a constelacao e os coqueiros acima de nossas cabecas. Surreal, gente. Nunca vou conseguir descrever realmente. Vou tirar fotos e tal, mas vai faltar sempre alguma coisa na minha explicacao.

O apice veio quando o Ale se empolgou em uma das balancas e, na hora de sair, viu que sua bermuda estava toda enrolada para dentro do balanco. A corda tinha retorcido tudo e ele agora estava preso pela bunda na balanca, sem a menor ideia de como fazer para se soltar. A unica solucao, que eu sugeri e insisti, seria tirar a bermuda e ficar de cueca em plena praia. E soh assim conseguimos distorcer a bermuda do meu homem moleque.

Numa noite romantica como esta, faltava bem pouco para a perfeicao – e ela veio do mar. Foi o Ale quem primeiro notou. Umas luzinhas, que pareciam micro-lanterninhas azuis, iam e vinham com as ondas. Chegamos perto, ficamos com medo que queimasse, mas parece que sao apenas planctons fosforescentes, um fenomeno muito raro aqui na Tailandia. Nunca ouvi falar disso no Brasil, alguem ja viu? Em ingles o fenomeno chama phosphorescence.

Naturalmente estavamos exaustos. Alem de termos acordado cedo em Samui com os avioes, o dia tinha sido bem cansativo e em meio a tudo eu tive um ataque nervoso. Eu jamais imaginaria que o dia pudesse acabar tao bem. O melhor e o pior dos dias.

4 comments:

Isabella Rogatschenko said...

Realmente...um dia completo...qto ao fenômeno das algas fosforecentes, eu já vi uma única vez, na Praia das Pitangueiras há uns 25 anos atrás...foi inesquecível....mas garanto que aí, c/ todo este cenário deve ter sido mais deslumbrante!!!Guardem todos estes momentos na memória...eles alimentarão vcs nos dias que virão pela frente na vida!
Happy days!!! tia Bel

Isabella Rogatschenko said...

Meu Deus ! Que viagem ! Que aventura !Fico muito feliz por ver que vcs estão se divertindo, as dificuldades fazem parte da emoção... Beijos da Mãe/Sogra saudosa !

Isabella Rogatschenko said...

Adorei as fotos todas, estão maravilhosas ! Vera

LuSinger said...

Meu Deus! Quantos altos e baixos em tão poucos dias!
Quando vc. contou sobre o ataque de choro convulsivo após o acidente com o barco... imediatamente ne veio à mente a a mesmissima reação que tive quando sai ilesa de um avião que estava pegando fogo, lembra? A gente sai ileso, mas a cabeça não.. Ainda bem que para compensar vc. está no meio desse paraiso!