Queridos! Chegamos em Bangkok hoje, 4/2, e estah um calor infernal. Por enquanto estamos adorando o que vimos. Mas nao vou me adiantar muito e tentarei postar em breve os ultimos dias de Nepal.
**
1/2
Comecamos o dia cedo. Henrique e Carol passaram no hotel e pegamos um barco de um extremo da lagoa ateh o outro, de onde comecava a caminhada para a World Peace Pagoda. Achei meio cansativa – tenho problemas serios com subidas, odeio-as, mas valeu cada degrau. Chegando la a vista eh linda, e a estupa tambem, ao contrario do que pensavamos. Tinha um buda imenso e mais utras imagens de Buda em outras encarnacoes. Demos a volta e ficamos um tempo admirando a paisagem. Tentamos dissuadir uns canadenses a irem para India, mas sem sucesso. Acho realmente que todo mundo tem que ir uma vez na vida. Eh que nem Marmite, ou coentro, ou queijo roquefort: ou voce ama, ou odeia.
Depois de passarmos bastante tempo na estupa, comecamos a pegar outra trilha para voltar. Na saida, passamos por um templo budista em que a monja estava praticando mantras e prostracoes.Entrei no templo e fiquei ensaiando o mantra “Na Mu Myo Ho Ren Ge Kyo” se nao me falha a memoria, que ela repetia ritmadamente conforme batia com dois paus numa especie de tambor. O mantra, aparentemente, foi uma das frases que Siddartha falou antes de morrer, que consiste em algo proximo de “que o mundo se limpe de tanta tragedia e miseria que vi durante minha vida”. Mas olha, se tiver algum budista ortodoxo aqui lendo, por faor me corrija. Posso estar viajando. E criancas, nao usem isso de referencia para a escola porque pode estar redondamente errado.
Enfim, naquela hora o significado era importante, mas nao fundamental. Adorei fazer um pouco parte. O cheiro, os sons e tudo o que havia ali para ser visto convidavam. A monja tambem foi muito querida e, percebendo meu interesse, me deu uns livros para folhear.
Voltei a trilha inteira entoando o mantra, ora em voz alta, ora na minha cabeca. Foi gostoso.
No caminho da volta passamos por um restaurante que chamava Don't Pass Me By. Resolvemos atender aos pedidos do nome e nos estrupiamos. Na verdade, meu prato estava okayzinho, mas nada demais. O do resto idem. O negocio piorou quando o Alexandre bateu a cabeca para entrar no banheiro e quebrou os oculos e fez um mini-galo (ta, a culpa nao eh do restaurante, mas calma). Ai que a moussaka do Alexandre e do Henrique nao tinha berinjela, e eh meio estranho moussaka nao ter berinjela. Mas tinha feijao, assim como todos os outros pratos. Bem esquisito. Ainda teve o evento da cerveja, que todo mundo achou que tinha gosto estranho mas assumiu que era problema da cerveja nepalesa. Soh alguem que nao bebe como eu foi ter a ideia de checar a data de validade da maldita, e eis que estava vencida. Para completar, um cabelo preto e grosso na comida do Henrique. Bem nao-voltavel.
Resolvemos entao ir cada um para seu quarto, tomar banho, descansar etc para se encontrar mais tarde para jantar.
Eu nao tava cem porcento, com dor de cabeca desde a caminhada, devido ao sol constante na cabeca, e a uma azia chata que tem me atrapalhado um pouco, e acho que deve-se aa quantidade de pimenta e temperos que tenho comido por aqui. Resolvi pular o jantar. O Alexandre foi encontrar com eles e, dez minutos depois de ter batido a porta, interrompi a leitura do meu livro e mergulhei nos bracos de Morfeu. Eram 8:30 da noite.
2 comments:
Bandeirão... o "nam mi o ro rengue kio" (eu escrevo como fala - ahahahaha) tem muuuitos significados. Uma vez, recebi um texto com diversos sentidos desse mantra.
Eu não entendi uma coisa... vcs tentaram dissuadir os canadenses a irem pra India, mas vc acha que todo mundo tem que ir uma vez? tá maluquinha? beijos, te amo, piu
Oi hermeneuta! pois eh, vc ve, a India faz isso com a gente. Vc nao quer voltar mais la mas adora. Vc nao recomenda de jeito nenhum mas acha q todo mundo tem q ir uma vez na vida. =)
Beijo, luv ya!
Post a Comment