Dor nas costas do tipo MEDO. Meio que no pulmão. Só sei que não posso morrer antes da minha viagem pela Ásia, antes de voltar pro Brasil, e antes de ser mãe. E antes de escrever um livro. E antes de ser avó, tentando chutar alto. Eu, do alto dos meus 28 anos, já penso em ser avó. Isso é que é gastar neurônios pensando, minha gente.
Bobby está para parir. Todo dia entro no Gtalk e espero ansiosamente bater umas 11, 11 e pouco da manhã (7, 7 e pouco no Brasil) para ver se ela entra. Pra mim, não entrou está parindo. Pequeno Noah virá ao mundo de Bobby a qualquer momento. Como gira esse mundo. Ontem mesmo dividíamos cama e desgraças na desgraçada Shadwell. Éramos pobres e felizes, mesmo quando não éramos (felizes, porque pobres, sempre).
Que mais.
Vou para Ásia só em janeiro. Para compensar a longa espera, vamos viajar por mais tempo do que estipulamos a princípio. Provavelmente dois meses, talvez até um chorinho a mais. Vamos ver. Esse fim de semana vamos na agência ver se compramos o ticket ou pelo menos acertamos o itinerário.
Brasil então, minhas crianças, só em março.
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Faltam 56 pounds pra pagar meu tênis. Que belezura.
E falta uma semana para a vinda de Bathatha e Leo. Nem acredito que essa vaca amada vem!
O que mais falta... 12 dias para eu e meu menino completarmos 2 anos da mais feliz e doce união. Ele ainda não sabe, mas vai me levar para jantar nesse dia.
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Meu primo vai casar. O Rols. Aquele que foi um amado logo que cheguei no UK e me ciceroneou e me enturmou e me afofou.
Conheceu Danielle, 31, nos EUA no deserto de Nevada. Ele ajudou ela a montar sua barraca de acampamento e, voilá, 6 semanas depois eles anunciam o casório, que ocorrerá num cartório em baixo da Golden Gate, em São Francisco, no dia 30 deste mês. Nada de conhecer a família do outro. Só os dois tentando se bastar. Felizes são eles que têm um coração correndo e levando o corpo atrás.
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