Eu fazia quase poesia, todo dia:
"O melhor da vida é comer as bordas". É simples e é uma verdade absoluta e contraditória. O melhor da vida é o que vem anexado, sem querer, a ela. O melhor não era exatamente a competição, mas tudo o que a rondava. A felicidade não é exatamente nada, mas tudo o que não é exato e circunscreve a exatidão.
Foi lá em maio de 2003.
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