Hoje, principal matéria no breakfast da BBC: Fluoxetina é placebo. Que jóóóóia! E me drogando com algo que não ajuda nada. Pois segurem seus cavalos – vou tentar parar mais uma vez.
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E por falar em humor, o meu tem flutuado. Bem incomodamente. Tenho tido meus repentes de não-me-procurem e por-favor-me-achem. Ao mesmo tempo, o que é mais curioso.
Acho que preciso ser surpreendida. Faz tempo que ninguém me faz surpresas. Faz tempo que não levo sustos bons. Sempre achei que isso fosse o sinônimo de felicidade imediata. Não aquela budista e zen. Aquela de dar friozinho e te fazer querer chorar. Aquela que junta vinte verbos em um e faz sentido. Faz tempo, mas quem sabe logo mais. Não é? Estou aprendendo a esperar. E a dançar um tequinho mais devagar para acompanhar quem não dança twist.
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Ainda não vou revelar para os quatro ventos, mas uma de minhas melhores amigas está grávida. Serei madrinha. Estou tão, mas tão emocionada que corro o risco de ser temporariamente ignorada por meu namorado. Vontadinha de chorar, mesmo sem motivo. Os hormônios. Acho que eu já sou mãe. Só me falta o bebê.
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