way to go!
Quarta-feira passada falei com meu primo pelo telefone pela primeira vez. Foi estranho mas muito legal. Estranho porque a ligação tava meio lenta, tinha aqueles delays lamentáveis que provocam gaps de silêncio para em seguida falar-se tudo ao mesmo tempo. Mas eu sabia que seria assim. Foi muito fofucho da parte dele querer me ligar, nem que seja para não falar nada demais.
Quer dizer, nada demais, não.
Ele disse que tentaria arranjar um summer job para mim no London Times.
*Só* isso.
Claro, disse para eu não criar esperanças, que não seria fácil e tal. É *óbvio* que eu criei esperanças, néam? Mas não precisam se preocupar. Não tenho o menor pudor ou temor de arremessar meu currículo ao mundo. O máximo que pode acontecer é ele voltar como um bumerangue. E nem vai me machucar: meu CV não é tão pesado assim.
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Afora o lance do Times, ele disse que há alternativas, como o clube de tênis em que um de seus filhos, o Roland, trabalhou, e o chiquetérrimo Selfridge's, onde eu poderia trabalhar na alta estação, julho/agosto.
Tudo a ser estudado. E muito, muito agradecido.
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Frubinha e eu estamos uma pilha. Ela também mal se contém, e olha que só deve ir para Old England em setembro/outubro. De qualquer forma, até lá quero ver se já vou estar no meu cantinho, que mais adiante será dividido com Frubinha. A gente sempre quis morar junto. Já fizemos milhares de planos e tudo mais, que foram só planos mesmo. Nunca imaginaríamos que quando finalmente fôssemos viver juntas, seria em outro país.
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Tarefas cumpridas hoje: versão do meu CV para o inglês e compra do presente do John - um livro de fotografias de São Paulo.
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