Tuesday, July 22, 2008

ordem e regresso

Prometi para mim mesma parar com essa coisa de ansiedade.
De deixar tudo sempre dentro da bolsa fechada como se fosse sair correndo a qualquer minuto.
Preciso aprender a me espalhar, para entender por que as pessoas espalham sem nem perceber. Eu percebo demais. Mas se eu começar a me forçar, uma hora fica natural. A velha técnico da dramaturgia de forçar até que fique natural. E fica.
Ontem, por exemplo, só tirei a chave da bolsa quando estava na porta de casa. Geralmente é tudo bem calculado. Aproveito o tempo parada na escada rolante do metrô para pegar a chave. Passo o Oyster na catraca e já enfio logo na bolsa para fechá-la. Tudo para evitar pequenos desastres que estão esperando para acontecer.
Porque pequenos desastres procuram sempre pessoas com quem têm contas a pagar. E eu acho, por algum motivo, que sou uma dessas pessoas. Acho que os desastres estão à espreita para compensar as minhas sortes na vida e deus está louco para fazer tudo ficar 50%.
Sou muito, muito esquisita.

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Um querido no post abaixo perguntou sobre minha incursão na morna literatura brasileira. Vai chegar. Espera só eu ser avó pra você ver.

Brincadeira.

Vai chegar antes disso. E, claro, com estardalhaço.
Quando for.

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