Saturday, April 26, 2008

never alone, alone all the time

Ai, a solidão. Eu tinha esquecido como era. É ruim e passageira e inspiradora. Meus melhores textos foram escritos nos momentos mais solitários e nos dias mais ensolarados. Quanto mais paradoxal, melhor.

Mas claro que a culpa não é de ninguém senão minha. Sempre tentando passar a imagem de que me basto sozinha, de que gosto de pessoas até o ponto em que não gosto mais. E esse ponto varia. É preciso entender. Continuo achando que muitas vezes estou melhor sozinha do que acompanhada (claaaaro, depende da companhia, mas vocês entenderam). É que ficar sozinha é bom e me faz querer ficar mais e mais sozinha. Aí quando eu vou ver, as pessoas esquecem que eu existo, que estou por aqui, que estou até torcendo para ser chamada para programas, mesmo que os rejeite. Eu e minha mundaneidade.

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Minha irmã ganhou uma promoção da Ofner em que tinha que criar uma frase usando várias palavras dadas num total de 15 palavras. Foram 22 mil frases. A rabuda ganhou. O prêmio? Uma viagem de 10 dias para Austrália (alô, Austrália) com tudo pago em hotel 5 estrelas yadda yadda. Rabuda. Ela sempre foi. E rabudo o namorado dela também, porque é o acompanhante escolhido. Senão fosse ele, seria eu. Não é a minha cara?

Mas estou muito feliz por ela. É bom ter algo assim to look forward to.

Com essa história, fiquei empolgada em participar de promoções por aqui também. Mas logo me arrependi. Tinha que deixar o número de telefone, e estou sendo bombardeada por telemarketings e SMSs. Cagada, cagada. Mais uma vez, a minha cara.

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Sem querer soar patética, já tô morrendo de saudade do meu loiro. Nossa ida ao Brasil juntos foi mais um degrauzinho subido, quando achávamos que já tínhamos subido o suficiente. Votei para cá ainda mais certa de quem consegue me fazer feliz. É animal conhecer a outra vida de quem mora com você.

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Lindo dia hoje. Perfeito para dar início ao plano de correr. By the way, o regime vai bem, obrigada. Me pesei ontem à noite e perdi 2kg já, o que me assusta um pouco, mas juro que não passei fome.

À noite o plano é me afofar com Sam e ver filmes até não agüentarmos mais. Devo dormir por lá mesmo, abandonada e retirante (rarará) que sou.

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