Tuesday, November 27, 2007

numa fria

Uma das noites mais estranhas, ontem. Estava quase caindo no sono, e ouvi a voz do Byrifoy lá na sala. O estranho foi que eu não esperava ouvir a voz dele, mas sim a voz da minha mãe ou da minha irmã, como se ainda estivesse no Brasil. Depois acho que ouvi o Byrifoy falando em espanhol, mas pode ser puro delírio.

Pouco depois acordo encharcada de suor. Abro a janela pra deixar um frio perto de 0 grau entrar. E sabe deus como eu ainda resmunguei qualquer coisa pro Byrifoy quando ele veio dormir de forma que ele foi lá e fechou a janela, pelamordedeus.

Estranho indeed.

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Ontem fui nadar. Pela primeira vez em quase um ano. Foi ridículo. Me senti humilhada. Não por ninguém, mas por mim mesmo. Porra, eu fazia maratonas aquáticas, nadava quase 2 horas todo dia e competia 10km em mar aberto no campeonato paulista. Que porra é essa? Nadei 10 minutos e meu braço ficou pesado como uma lasanha quatro queijos. Parei um pouco, nadei um pouco. Completei meia hora e saí, sacudindo a cabeça de indignação. Hoje acordei com os tríceps doloridos. Meia hora, meia hora. Por que fui cagar assim?

Claro que quero voltar a nadar, mas cadê o estímulo? Aquela história de que o problema de estar no topo é que a queda é braba é, vacamente, verdade.

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