Monday, June 18, 2007

never quite as it seems

Sexta fui no show da Dolores O’Riordan – para os desavisados, a vocalista do Cranberries; para os perdidos, Cranberries é (era) uma banda irlandesa de rock que foi sucesso nos anos 90. Gente, eu não dava muito. Gosto de Cranberries mas nunca fui alucinada. Fui mais para acompanhar o Byrifoy e perder o medo de shows. Gente, eu adorei. Mesmo. A ponto de agora achar que posso encarar qualquer show (o que sei que não é verdade). Mas foi bom. Quase mágico. Comecei a acreditar em shows, e a não achar um absurdo gastar centenas de reais e/ou libras para sentir a vibração ao vivo (me segurando para não usar a palavra “vibe”, da série palavras-que-odeio).

**

Depois de anos sem contato, uma feliz ocorrência. Um email dela que já foi uma grande amiga e que sumiu sem grandes explicações, apesar da minha nem tão assídua insistência. Um desses pequenos afastamentos que vão aumentando sem percebermos até que entrar em contato de novo não faça mas sentido. Mas ela entrou em contato e sentido nunca foi uma palavra forte no meu dicionário. Agora, depois de anos de silêncio, vamos nos encontrar. Talvez em Paris, onde ela vai passar um mês. Talvez aqui em Londres. Talvez, melhor de tudo, em algum outro lugar, onde nenhuma de nós se sinta em casa – a melhor forma de reatar uma amizade quase perdida.

Em agosto, a confirmar.

**

Olha só, eu tô tentando ser menos mimada. Eu vou continuar tentando. Pode não funcionar muito, mas você vai ver, estou tentando! É que na verdade sou mimada por mim mesma. Coloco a expectativa no mesmo patamar que colocaria se fosse você em relação a mim. E aí cruzando os dados dá uma grande baderna sem sentido. Ah, mas isso você já sabe. De novo, o sentido. De novo, o estranho sentido.

**

Olha, gente, eu não mordo, viu? Quem quiser falar comigo, elogiar o blog ou meu cabelo, pode vir. Eu vou achar legal (embora não acredite na parte do cabelo)

No comments: