Wednesday, November 29, 2006

Segunda, 20/11

Acordar cedo e ir. Era o plano. Não foi bem assim. O despertador não tocou porque a bateria do meu celular acabou (o começo do fim de minha curta relação com meu novo celular). E só um chuveiro funcionava. Acabamos saindo mais de uma hora depois do planejado. Estando de férias, nada era ruim.



Fomos para Konstanz parando em várias vilinhas. O melhor jeito de se viajar pela Europa é assim: de trem, pegando o maior número de paradas possível.

Descemos e saímos andando, rumo ao lago, para achar um lugar pra comer. Os poucos restaurantes por ali estavam fechados. Acabamos indo, de novo, num Mc Donald’s, onde, mais uma vez, Flávia ganha um refrigerante de graça e eu não. Nice again.




Passeamos em volta do lago e inclusive nele, ouso dizer.



Tá, dei um passo dentro do lago, para catar pedrinha e para dizer que experimentei as águas do famigerado lago. As fotos não me deixam mentir.

Mais um dia de bater muita perna. Depois do lago fomos passear pela cidadezinha, até anoitecer e chegar a hora de pegar o trem de novo, dessa vez para Basel, onde passaríamos apenas uma noite e no dia seguinte, hora do almoço, a Flá pegaria o avião de volta.

Chegamos em Basel sem saber para onde ir. Já era de noite e começamos a andar, caladas pra economizar energia. Nada de hostel, hotel, nada de nada. Só avenidas grandes e casas do estilo cohab. Percebemos logo que estávamos no lado *errado* da cidade. Continuamos mesmo assim, porque não tinha o que fazer. Depois de uns vinte minutos começaram a aparecer as primeiras placas pro Zentrum e para hotéis.

Acabamos ficando num hotel, pagando mais do que gostaríamos de ter pago, mas tendo mais conforto do que esperávamos. Apesar disso, minha cama estava decididamente com pulgas, das quais ainda hoje me lembro posto que não parei de me coçar ainda. Vale lembrar que Flá não ficou com uma só mordida. Nice again.

Bom, depois de acharmos o hotel, deixamos as coisas e fomos para a balada. Quer dizer, na verdade ficamos uns 15 minutos no lugar, mas gosto de dizer que fomos para a balada.



Era o Bar Rouge, no 31º andar do prédio do Ramada. Cheio de homens brancos em trajes sociais pretos, rodando o gelo do uísque com o dedo após um dia de boring meetings. Cansamos rápido. Era tudo muito rouge e estranho.

Na volta paramos num Piano Bar sem piano para comer algo. Descobrimos então que Suíça é cara.

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